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Vídeo: Sesp divulga detalhes sobre assassinato de enfermeira grávida

 Foto: Divulgação PCES

A Secretaria de Segurança Pública e Defesa social (SESP) e a Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) realizaram, nesta quinta-feira (18), uma coletiva de imprensa para falar sobre a prisão do homem suspeito de matar a enfermeira Íris Rocha, de 30 anos, que estava grávida de oito meses.

Durante a coletiva foi revelado que provas científicas apontam um ex-namorado da vítima como o autor do feminicídio. Detalhes das investigações e de como teria sido o crime também foram divulgados. O suspeito nega a autoria.

Segundo declarações da titular da Delegacia de Alfredo Chaves, delegada Maria da Glória Pessotti, responsável pelo caso, o relacionamento abusivo entre os dois teria sido a motivação do crime. A vítima, inclusive, já possuía uma medida protetiva contra o ex por uma agressão sofrida em outubro do ano passado, contudo, as investigações apontaram que os dois mantinham contato. A delegada também contou que a vítima estava sem documentos no dia do crime e a identificação foi possível à partir de um cartão bancário encontrado no bolso de sua calça.

Outro ponto de destaque apontado pela delegada é que por meio de imagens de videomonitoramento o suspeito foi visto transitando pela região serrana na véspera e no dia do crime. Imagens também mostraram a vítima entrando no carro do suspeito na véspera do encontro do corpo. Ela estava sumida desde então.

Assista abaixo a declaração da delegada Maria da Glória Pessotti:

O secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, coronel Alexandre Ramalho, contou como aconteceu a prisão e destacou como a tecnologia ajudou a elucidar o crime. Ele fez ainda um alerta sobre relacionamento abusivo (vídeo abaixo):

Declarações sobre as investigações também foram feitas pelo delegado-geral da Polícia Civil (PCES), José Darcy Arruda (vídeo abaixo):

Participaram ainda da coletiva de imprensa, a chefe da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Mulher (DHPM), delegada Raffaella Aguiar, o chefe do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), delegado Ricardo Almeida e o delegado Alexandre Passamani, da Subsecretaria de Inteligência da Sesp.

fonte original do Jornal Fato

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